Foto: Serra d' Opa

Esta gazetilha regional é uma
homenagem modesta à
«Gazeta do Sabugal» (1926/28),
criada pelo casteleirense e ocelense
Dr. Joaquim Mendes Guerra.

As Beiras vistas do alto da Serra d' Opa!


sábado, 7 de dezembro de 2013

Lendas da Serra d' Opa





Na encosta,  o castro a que chamaram «Sortelha-a-Velha»


Não há ninguém na Moita, Terreiro das Bruxas, Casteleiro, Vale da Senhora da Póvoa ou mesmo em Santo Estêvão e até em Sortelha que não conheça estas e muitas outras lendas que se contavam dantes sobre os mistérios que encerra a Serra d' Opa.
Esta serra é um mito dos nossos tempos de criança aqui em todas as aldeias das redondezas.
Não se pode perder esse fetiche. Há que recuperar esse património imaterial e divulgá-lo, para que os mais jovens nunca esqueçam a beleza e a atracção das nossas terras - esta é também uma forma de combater a desertificação ameaçadora e fatal.

Sempre ouvi falar de mouras encantadas e outras estórias populares com piada.

Hoje trago aqui algumas que há uns tempos publiquei e referi no 'Capeia' - e prometo que vão aparecer aqui muitas mais.

Algumas lendas


Mula de ouro
As lendas populares falam muito de ouro, moedas de ouro, potes de ouro.
Pois para a Serra d’ Opa também se arranjou no Casteleiro uma história que mete ouro.
Reza assim:
«No alto da Serra d’ Opa, há um haver: uma mula de ouro com selim, freio e tudo. E quem a há-de encontrar é rabo de ovelha ou ponta de relha».
Eu explico.
A mula tem os arreios todos: até selim e freio, portanto está completa e é muito valiosa.
E está ali mesmo à superfície. Reparem: quem a há-de encontrar é rabo de ovelha (ou seja: não é preciso arranhar muito o solo) ou ponta de relha (a relha é a parte do arado que rasga a terra – mas a relha não vai muito fundo, anda mais à superfície).
Portanto esta mula de ouro está mesmo ali à mão de semear…
É só ir buscá-la.
Mouras de tranças de ouro
Por seu turno, Lopes Dias, que era do Vale, conta a história das mouras encantadas que vivem lá no alto da Serra. Mas esta lenda não mete lençóis e sim tranças de ouro… Mais uma vez e sempre o ouro.
Ouro que, se bem se lembram, o Rei mandou procurar no Casteleiro em 1723: mandou explorar as terras para ver se de facto ali havia ouro ou não. Recordo que, mesmo não havendo tanto ouro assim, a verdade é que não falta lá, nas duas encostas da Serra, volfrâmio, estanho e quejandos minérios bem conhecidos, que na Segunda Guerra deram muito dinheiro a muitas famílias da zona.
Retomo Lopes Dias.
Destas mouras, conta ele que «no sitio da Penha, no cimo da Serra d’Opa (Vale de Lobo) lá vivem elas, lindas entre as mais lindas, escondidas entre enormes penedias, para uma só vez em cada ano — di-lo o povo — na noite de São João, saírem a estender preciosas meadas de ouro que guardam e que só entregarão a quem, naquela noite, à meia noite, apanhar a semente do feto real».
Mas ninguém se atreve.
«E por isso, lá entre penhascos, junto de enormes penedias, continuam encantadas, lindas, muito lindas mouras, de tranças de ouro, a guardar, pelos séculos dos séculos, grandes, enormes riquezas».
Consultar o Dr. Jaime Lopes Dias, aqui.
Grutas misteriosas e barulhos telúricos
Nem só de histórias vive o mito da Serra d’Opa: os visitantes falam também de minas, grutas profundas, buracos enormes pela rocha abaixo até às profundezas.
Num dos casos, contam-me até que lançavam uma pedra pelo buraco abaixo e que a mesma demorava muuuuito tempo a bater lá em baixo ou nem mesmo se ouvia a tocar no fundo. Sinal de que o buraco não tem fim.
Mais: ouve-se sempre lá no fundo um barulho parecido com o marulhar das ondas do mar. Até há quem diga que ali passa um braço de mar…

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Casteleiro


Capítulo do Livro «Terras de Riba-Côa – Memórias sobre o Concelho do Sabugal», de Joaquim Manuel Correia, editado em Lisboa, em 1946. 
Trata-se de uma edição póstuma. 
O autor nasceu em 1858 e morreu em 1945.

Nota prévia
Digo aqui que me parece ter o livro sido escrito por volta de 1905. 
Saiba porquê, lendo o artigo referido.




Casteleiro


Distante do Sabugal 18 quilómetros, a S O, é situada a povoação do Casteleiro na margem esquerda da chamada Ribeira da Nave, que ali toma o nome desta freguesia e sobre a qual foi há poucos anos construída uma boa ponte, que liga a estrada do Sabugal a Sto Amaro e Caria, sendo arrematado o lanço de S. Estevam ao Casteleiro em 22-3-1893. Março.
O nome da terra parece ter derivado do facto de ter havido ali e proximidades pequenas fortificações. Diz-se que na Serra das Barrentas que fica próxima existia antigamente uma povoação fortificada, restando dela alguns vestígios, dando-se ao sítio o nome de Sortelha Velha.
Vimos no Casteleiro os vestígios do antigo reduto, junto da velha capela do Espírito Santo e afirmaram-nos que em meados do século pas- sado foram destruídas duas portas que havia na muralha que cercava a povoação.
A atestarem a antigüidade do Casteleiro existem apenas êsses vestígios do reduto e alguns portais e janelas características semelhantes a outras da Vila do Touro e Alfaiates.
A povoação oferece um aspecto pitoresco, devido aos arvoredos que a cercam, viçosas oliveiras, sobreiros e muitas árvores frutíferas, às formosas e ubérrimas várzeas, fertilisadas pela Ribeira da Nave, e às vinhas que enfeitam os campos e que, embora ocupem menor área que antigamente, muito concorrem para a riqueza dos habitantes pelo afamado vinho que produzem, que antes da invasão filoxérica se calculava em 400 pipas.
Depois do vinho o azeite, o centeio, o trigo, a batata, o feijão, grão de bico, frutas e hortaliças, são as principais fontes de riqueza. Há também bons gados lanígero, bovino e caprino.
Está o Casteleiro cercado de elevados montes e serras, ficando perto a Serra de Opa, nas faldas da qual assenta a povoação de Vale de Lobo e a igreja de Nossa Senhora da Póvoa, na encosta meridional da mesma, já pertencente ao concelho de Penamacor.


Para se fazer idéia dos progressos da povoação convém dizer-se que em 1757 tinha apenas 52 fogos e actualmente (1905) 280 e 974 almas.
Até 1855 pertencia ao concelho da Covilhã, passando depois para o do Sabugal. Talvez por ter pertencido àquela vila se explique o facto, afirmado por antigos escritores, de haver ali noutros tempos «grande tracto de panos», o que actualmente não sucede.
Igreja paroquial
Está a igreja ao fundo e ao lado sul da povoação. Parece de moderna construção e é suficientemente espaçosa, tendo também côro, assente em duas colunas graníticas tendo cada uma delas uma pia destinada a água benta. Debaixo do côro está colocada a pia baptismal, a mais simples de quantas temos visto.
Tanto a igreja, como o côro e a sacristia, são da maior sitnplicidade e singeleza de estilo. Devemos, todavia, fazer menção de dois altares de boa talha dourada, o altar-mor e o do Menino Jesus. No primeiro estão expostas as imagens de S. Salvador, orago da freguesia, S. Sebastião e Senhora de Lourdes.
Além destes existem ainda os altares da s.a das Dores, das Almas e de S.to António, sendo os dois primeiros modernos, sem nada terem digno de nota. O últímo tem, contudo, a particularidade rara de ser aberto na parede e ser todo de pedra, colunas, ornatos e o nicho do santo popular.
Ao lado da igreja paroquial está o cemitério, onde vimos algumas campas cobrindo os restos mortais de pessoas ilustres da freguesia.
O rendimento paroquial, segundo as informações dadas pelo respectivo pároco é o seguinte: .
Côngrua, 120.000 réis; Pé de altar, 50.000 réis; Baptisados,360 réis; Casamentos, 240 réis; Enterramentos de menores, 110 réis e Bens de alma, 3.000 a 7.000 réis.
O pároco era da apresentação do Vigário de Sortelha, tendo 20.000 réis de côngrua.
Notâmos no Casteleiro grande falta de água potável, sendo a fonte ainda das chamadas de mergulho, correndo mui raramente no verão, o que torna as águas impróprias para o consumo, condenadas pelos preceitos higiénicos.
Escolas primárias
Há no Casteleiro uma escola para cada sexo. A do sexo feminino, uma das mais modernas do concelho, esteve alguns anos sem ser provida por motivos políticos.
Quando visitámos um dia o Casteleiro, no lindo palacete, que pertenceu aos falecidos D. Teodora e marido, Dr. Sobral, que foi um dos mais distintos médicos do país, vimos a mobília destinada a essa escola, que devia ser ali instalada.
A do sexo masculino funcionava na sacristia da antiga igreja de S. Francisco, a pequena distância da primeira.



Alguns distintos filhos do Casteleiro
Foi o Casteleiro berço de homens ilustres, por vários títulos notáveis, cuja ilustração e virtudes os tornaram mui conhecidos e estimados.
DR. JOSÉ AUGUSTO CAMEIRA, formado em direito pela Universidade de Coimbra.
DR. MANUEL CAMEIRA DE GOUVEIA, formado em teologia e orador de justificada fama.
CÓNEGO D. ANTÓNIO CAMEIRA DO SACRAMENTO, D. Prior do Hospício de S. Agostinho (crúzios) de Braga e que faleceu no Teixoso.
D. JOÃO CAMEIRA, cónego do Convento de Santa Cruz de Coimbra e falecido em Lisboa.
Mais modernamente são dignos de menção:
p.e MANUEL FIGUEIREDO, que foi pároco nas Quintas de S. Bartolomeu, há muito falecido.
p.e MANUEL FORTUNA, que poucos anos depois de se ter ordenado sucumbiu aos estragos de uma grave doença.
p.e MANUEL MARTINS FORTUNA, que depois de ter exercido o magistério primário durante muitos anos se jubilou, sendo nomeado pároco encomendado apoz o falecimento doutro filho do Casteleiro - que foi o pároco F. MENDES GUERRA, tio dos abastados proprietários Manuel Fernandes Mendes Guerra e Joaquim F. Mendes Guerra.
Faremos ainda menção do p.e FRANCISCO DE PAULA FIGUEIREDO, que foi pároco nas Quintas de S. Bartolomeu e depois capelão da Misericórdia da vila do Sabugal, e do abastado proprietário JOAQUIM MENDES GUERRA, brilhante e corajoso jornalista, culto e activo, colaborador de vários jornais de Lisboa e director da Gazeta do Sabugal, que se publicou há anos.

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Pertencem ao Casteleiro os lugares de Valverde, Stº Amaro e Quinta de S.to António. Tem a freguesia sete moinhos e várias quintas.

Stº Amaro

Em 1615 era esta Quinta praso da ordem de S. Bento de Aviz, pertencendo o domínio útil a António Camelo. Pertence actualmente o domínio pleno da Quinta ao Dr. Eduardo Tavares de Melo da Costa Lobo, mais conhecido por Morgado de Santo Amaro, e a seu filho, Dr. Tavares de Melo, notável «sportman».
O Dr. E. Tavares de MeIo da Costa Lobo é filho dum Coronel de Milícias da Covilhã, cujo nome completo nos não ocorre agora.
Formado em direito pela Universiaade de Coimbra, nunca precisou de utilisar-se das cartas por ter avultada fortuna; mas, além de notável «sportman», é artista distintíssimo, sendo digna de visita a sua belíssima vivenda. Os seus trabalhos de torneiro em madeira e marfim são perfeitíssimos, tendo sido premiados em exposições.
Reside ordinàriamente em Coimbra, onde tem um bom palacete. É-nos grato escrever estas singelas palavras de homenagem a um homem ilustrado, que é ao mesmo tempo um artista consumado e um carácter honesto e primoroso, que faz parte dessa galeria de homens ilustres da freguesia do Casteleiro (I).
A povoação de Santo Amaro era toda foreira (ou paga ainda) ao Sr. Dr. Tavares, que ali tem, além da vivenda, extensas propriedades que deu de arrendamento a longo prazo. (2)
São de notar as saborosas melancias, criadas nesta quinta, sempre as primeiras, maiores e mais saborosas que aparecem à venda nas feiras e mercados dos concelhos limitrofes.
Têm igualmente grande fama os queijos de Santo Amaro.
Na povoação há uma ermida decentemente ornada, onde se venera a imagem de Santo Amaro. (5)

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Valverde é outra povoação pertencente ao Casteleiro, donde é natural o distinto médico militar Dr. José da Costa Cameira.

Últimos dias para concorrer

Sortelha e outras aldeias históricas



Concurso de texto-imagem 
Ainda pode concorrer: basta pegar em: uma história, imagem e texto. E enviar. Foi-me recordado agora mesmo aqui: «... os interessados podem participar com a submissão de uma fotografia e um texto de sua autoria que melhor retrate vivências e experiências numa das aldeias históricas». Lembro que pode concorrer até ao dia 27 de Dezembro. 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Notícia infeliz: Carveste encerrou


Caria



Notícia infeliz: liquidação da Carveste 
«A empresa Carveste chegou ao fim. A Assembleia de Credores da unidade fabril sediada na freguesia de Caria aprovou ontem, por unanimidade, a proposta do administrador da insolvência no sentido de se avançar para a liquidação imediata do património uma vez que não apareceu nenhum investidor interessado em viabilizar o funcionamento da empresa». Li aqui.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Todas as edições do «Serra d' Opa»


Serra d'Opa - Casteleiro - Joaquim Gouveia - Capeia Arraiana


Consulte todas as edições do «Serra d' Opa»:

(Basta clicar)


Edição nº 1, 12 de Agosto de 2013

Edição nº 2, 19 de Agosto de 2013

Edição nº 3, 26 de Agosto de 2013

Edição nº 4, 2 de Setembro de 2013

Edição nº 5, 9 de Setembro de 2013

Edição nº 6, 16 de Setembro de 2013

Edição nº 7, 23 de Setembro de 2013

Edição nº 8, 30 de Setembro de 2013

Edição nº 9, 6 de Outubro de 2013

Edição nº 10, 13 de Outubro de 2013

Edição nº 11, 20 de Outubro de 2013

Edição nº 12, 20 de Outubro de 2013

Edição nº 13, 3 de Novembro de 2013

Edição nº 14, 10 de Novembro de 2013

Edição nº 15, 17 de Novembro de 2013

Edição nº 16, 24 de Novembro de 2013

Edição nº 17, 1 de Dezembro de 2013

Edição nº 18, 8 de Dezembro de 2013

Edição nº 19, 14 de Dezembro de 2013

Edição nº 20, 20 de Dezembro de 2013

Edição nº 21, 27 de Dezembro de 2013

Edição nº 22, 4 de Janeiro de 2014

Edição nº 23, 11 de Janeiro de 2014

Edição nº 24, 18 de Janeiro de 2014

Edição nº 25, 24 de Janeiro de 2014

Edição nº 26, 31 de Janeiro de 2014

Edição nº 27, 7 de Fevereiro de 2014

Edição nº 28, 15 de Fevereiro de 2014


Edição nº 29, 22 de Fevereiro de 2014

Edição nº 30, 29 de Fevereiro de 2014

Edição nº 31, 7 de Março de 2014

Edição nº 32, 15 de Março de 201






terça-feira, 3 de dezembro de 2013

18









Serra d’ Opa



Gazetilha Regional  Nº 18  Semanário 

Edição de 8 a 15 de Dez. 2013


Encontre outras notícias da sua terra!!


Índices: Como aceder

1 -   Para aceder às edições anteriores da gazetilha, clique aqui. 

2 -  Para aceder ao índice geral de terras e temas já referidos, clique aqui. 
3
3 -  Para aceder ao índice geral de localidades que já foram notícia, clique aqui. 



Para aceder ao blog de arquivo de temas regionais, «Serra d' Opa 2», clique aqui.


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Notícia sobre o «Serra d' Opa»
Com esta edição a sair para o ar, a nossa gazeta atinge 
as mais de 3 000 visitas e mais de 5 200 visualizações de página! 
Obrigado a quem nos visita. Pedimos que continue a aparecer... 

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Casteleiro

 Casa do Senhor Joãozinho (João Rosa)

Pela pena de Joaquim Manuel Correia
No seu livro «Terras de Riba-Côa – Memórias sobre o Concelho do Sabugal», uma edição de 1946, o autor dedica ao Casteleiro e suas anexas um capítulo inteiro.
Veja e leia, aqui.




CIMSE
Autarcas discutem solução 
negociada entre presidentes 
da Guarda e da Covilhã
Os 15 autarcas da Comunidade Intermunicipal das Beiras e da Serra da Estrela reúnem-se namanhã, segunda-feira (dia 9), na Covilhã, para tentar eleger os dirigentes do Conselho Intermunicipal. Depois de na primeira reunião terem surgido dúvidas sobre o método de eleição, os autarcas discutem a «solução» que os presidentes da Guarda e da Covilhã ficaram de negociar. As negociações terão incluído a presidência e a sede da CIM, bem como eventuais candidatos ao secretariado executivo, cargo mais apetecível na estrutura.
Reproduzido de «Terras da Beira». Sublinhado nosso.



Caria



Notícia infeliz: liquidação da Carveste 
«A empresa Carveste chegou ao fim. A Assembleia de Credores da unidade fabril sediada na freguesia de Caria aprovou ontem, por unanimidade, a proposta do administrador da insolvência no sentido de se avançar para a liquidação imediata do património uma vez que não apareceu nenhum investidor interessado em viabilizar o funcionamento da empresa». Li aqui.



Vilar Maior

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Valeu a pena denunciar
A força da comunicação também se vê nestas pequenas coisas. Após visita ao monumento, em situação de degradação denunciada num blog, «foi tomada a iniciativa de proceder a obras no sentido da sua preservação». Li aqui e registo a intervenção cívica do seu autor.  



Vale da Senhora da Póvoa


Dantes era assim... Fui buscar a foto, que deve ter 50 ou 60 anos, aqui.

A Festa, o Santuário, as gentes (2012)
Ora vejam bem o que eu fui descobrir na net...:
«Festa em honra de Nossa Senhora da Póvoa no seu santuário situado em Vale da Senhora da Póvoa, concelho de Penamacor, distrito de Castelo Branco».
Pode deliciar-se aqui.



Terreiro das Bruxas
(Moita)



Uma história da meninice.
Leia, que vai gostar. Siga por aqui, pf.



E a linha Guarda-Covilhã?

   Estação de Belmonte... 

Lá para o Minho vão 35 milhões. Li aqui. Quando é que a nossa linha «da Beira Baixa», neste troço agora desactivado, será também requalificada? Exemplos que devem incentivar a luta por melhores condições também na nossa zona... Recordo esta notícia de há quase dois anos, que pode ler aqui. Já agora, registe que, esta semana, o 'Reconquista' anunciava que há mais tráfego com a crise: «Beira Baixa: Comboio com mais passageiros em tempo de crise / Os passageiros e a receita obtida pela CP na linha da Beira Baixa cresceram mais do que a média nacional, diz a empresa».



Guarda



Dívidas da Autarquia
«A situação é muito grave porque não há dinheiro» para pagar as dívidas. Li aqui. 

Teatro Municipal

Vai ser «a própria equipa» a assegurar a direcção artística e financeira do Teatro Municipal da Guarda…». Li aqui.



Sortelha e outras aldeias históricas



Concurso de texto-imagem 
Ainda pode concorrer: basta pegar em: uma história, imagem e texto. E enviar. Foi-me recordado agora mesmo aqui: «... os interessados podem participar com a submissão de uma fotografia e um texto de sua autoria que melhor retrate vivências e experiências numa das aldeias históricas». 




Dominguizo: homenagem

Farrapeiro

O Farrapeiro
Gostei de ver um dia. Já nem me lembrava. Mas, agora, tropecei na foto: é uma homenagem de uma terra reconhecida a uma profissão bastante notada na minha meninice: o homem que vinha do Dominguizo de motita com atreladito (isto no meu tempo de criança: presumo que antes viria com uma mula ou coisa que o valha...). 
O que vinha comprar? Tudo o que fossem trapos. Tudo o que fossem desperdícios de tecidos.
Bem arrancada, esta estátua, sim, senhores... Vi a foto (só) aqui



Covilhã



Finanças municipais em risco
«Se a nova Lei das Finanças Locais entrar e vigor a 1 de janeiro tal como está redigida, a Câmara Municipal da Covilhã entra de imediato em saneamento financeiro, alertou, na Assembleia Municipal da passada quinta-feira, 28, Vítor Pereira, presidente da autarquia». Li aqui.



Belmonte



Nasce hotel judaico
O hotel «kosher» vai ser aqui. Vai abrir em 2014. Aceda a mais informação, seguindo por aqui.



Empresas 




Beira e Serra da Estrela
«Está formalizada a criação do consórcio empresarial “Beiras e Serra da Estrela”. O novo organismo, que coincide com as fronteiras da nova comunidade inter-municipal tem como principais objectivos a definição de uma estratégia conjunta para toda a região assim como uma voz mais activa na captação de verbas do próximo quadro comunitário de apoio...». Li aqui. Os concelhos abrangidos são portanto os da CIM: «Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão Gouveia, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal, Seia e Trancoso» - como li no ''Guarda.pt.  



Educação / Ensino Superior
Guarda




O IPG e o seu impacto na nossa zona
Uma edição especial: trata-se de um «estudo do impacto do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) atendendo a um conjunto alargado de subsistemas como constituintes de um todo regional. Assim, para além dos impactos económicos, pretendeu-se analisar os impactos sociais, culturais, demográficos e urbanos na região da Guarda». Li aqui.




Política pura

Grande solidariedade
Li no 'Terras da Beira': Vereadores do PS da Guarda apoiam Amaro para líder da CIM.
Recordo que se trata da Comunidade Intermunicipal e que a disputa me parece ser entre a Guarda, agora de presidência PSD, e a Covilhã, agora de presidência PS... Nem que eu viva 100 anos, nunca perceberei estas coligações...



Repetição
In 'Guarda.pt'. Ler mais aqui

 





Rede de Judiarias repete eleições 
A Rede de Judiarias de Portugal vai repetir as eleições no próximo dia 17 de dezembro em Belmonte. 





Fotos muito belas da nossa zona


Eu, Serra d' Opa...

Serra d'Opa - Casteleiro - Joaquim Gouveia - Capeia Arraiana

... fotografada de uma perspectiva especial por Joaquim Gouveia - no seu apelo à preservação dos valores do património imaterial das aldeias também, aqui.


Castelo do Sabugal...



... «Visto de um ângulo que eu nunca tinha visto» - escreveu Natália Bispo, que publicou a imagem.


Cegonha no ninho com os filhotes



«Entre a Serra e o Zêzere»... Quando Manuel Manso Nunes publicou esta foto escreveu o seguinte «poema»: «No bucolismo do entardecer, a mãe cegonha aconchegou os dois filhotes, deve ter dito ao casal de pardais que queria pouco barulho e, ela mesma, aconchegou-se no ninho!». Linda imagem, a recordar a nossa infância. Lindo texto, sensível.




Jogos Populares...

Participação fenomenal



Jogos nossos na net com grande sucesso
Este jogo lançado na página de «Facebok» do Grupo Aberto «Descendentes do Concelho do Sabugal» atingiu em cheio o entusiasmo quase doentio de muitos sabedores dos costumes das nossas gentes. «Ditos Populares / Adivinhas / Lengas-lengas» foi o desafio.
Pois bem: apareceram mais de 1 300 comentários!! 1 300!!!
Pode aceder a tudo, seguindo por aqui.



Lendas da Serra d' Opa


 Na encosta, este castro: «Sortelha-a-Velha»

Não há ninguém na Moita, Terreiro das Bruxas, Casteleiro, Vale da Senhora da Póvoa ou mesmo em Santo Estêvão e até em Sortelha que não conheça estas e muitas outras lendas que se contavam dantes sobre os mistérios que encerra a Serra d' Opa.
Hoje trago aqui algumas que há uns tempos publiquei e referi no 'Capeia' - e prometo que vão aparecer aqui muitas mais. Ler aqui.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Belmonte vai ter hotel «kosher»




Vai ser neste local

Embora em mau português, a notícia acaba de me entrar pelo computador dentro: Belmonte vai ter um hotel judaico... «O primeiro hotel kosher da vila, cujas as obras se iniciaram há mais de um mês, será maior do que estava pensado inicialmente». Li aqui.
Para saber do que falamos, informe-se aqui e aqui.